terça-feira, dezembro 29, 2009

FALL OUT BOY - WHAT A CATCH, DONNIE

Hoje uma coisa diferente para o Blog. Meu amigo, moderador e oficial Aislan indicou, pelo MSN, este vídeo no domingo, dia 27. Achei interessante a parte da fotografia, principalmente no final, onde o RMS Titanic aparece naufragando. Vale à pena conferir. Logo abaixo coloquei a letra da música e sua tradução em português, ambas retiradas do site musical Vagalume.


Fall Out Boy - What A Catch, Donnie

I got troubled thoughts
And the self-esteem to match
What a catch, what a catch

You'll never catch us
So just let me be
Said I'll be fine
Till the hospital or American Embassy
Miss Flack said I still want you back
Yeah, Miss Flack said I still want you back

I got troubled thoughts
And the self-esteem to match
What a catch, what a catch
And all I can think of
Is the way I'm the one
Who charmed the one
Who gave up on you
Who gave up on you

They say the captain
Goes down with the ship
So, when the world ends
Will God go down with it?
Miss Flack said I still want you back
Yeah, Miss Flack said I still want you back

I got troubled thoughts
And the self-esteem to match
What a catch, what a catch
And all I can think of
Is the way I'm the one
Who charmed the one
Who gave up on you
Who gave up on you

What a catch
What a catch
What a catch
What a catch

I will never end up like him
Behind my back, I already am
Keep a calendar
This way you will always know

I got troubled thoughts
And the self-esteem to match
What a catch, what a catch
And all I can think of
Is the way I'm the one
Who charmed the one
Who gave up on you
Who gave up on you

Where is your boy tonight?
I hope he is a gentleman
Maybe he won't find out what I know
You were the last good thing
We're going down, down in an earlier round
And sugar, we're goin' down swinging
Dance, dance, we're falling apart to halftime
Dance, dance, and these are the lives you'd love to lead
Dance, this is the way they'd love
If they knew how misery loved me
This ain't a scene, it's a goddamn arms race
This ain't a scene, it's a goddamn arms race
One night and one more time
Thanks for the memories
Even though they weren't so great
He tastes like you, only sweeter
Growing up, growing up

I got troubled thoughts
And the self-esteem to match
What a catch, what a catch



TRADUÇÃO:

Fall Out Boy - Que coisa, Donnie

Eu tinha pensamentos confusos
e a auto-estima para igualar, que coisa.
Que coisa.
Whoa
Whoa

Você nunca irá nos pegar
Então me deixe em paz
Disse que eu estarei bem até que o hospital
ou até a embaixada americana
Srta. Flack disse "eu ainda te quero novamente"
Yeah Srta. Flack disse "eu ainda te quero novamente"

(Refrão)
Eu tinha pensamentos confusos
e a auto-estima para igualar, que coisa.
Que coisa.

Tudo em que eu consigo pensar
é em como eu fui o único que a encantou.
E desistiu de ti
Quem desistiu de ti.
whoa, whoa..

Dizem que o capitão afunda com seu navio.
Então quando o mundo terminar, irá Deus afundar com ele?
Srta. Flack disse "eu ainda te quero novamente"
Yeah Srta. Flack disse "eu ainda te quero novamente"

Eu tinha pensamentos confusos
e a auto-estima para igualar, que coisa.
Tudo em que eu consigo pensar
é em como eu fui o único que a encantou.
E desistiu de ti
E desistiu de ti.

na na na-na-na

Que coisa
Que coisa
Que coisa
Que coisa

ooohhhh

Eu nunca vou terminar como ele,
Pela minhas costas, eu já sou.
Guarde um calendário,
dessa forma você sempre saberá.

(Refrão)

Onde está seu garoto esta noite?
Eu espero que ele seja um cavalheiro.

Nós estamos caindo e caindo um round
mais cedo e querida nós estamos caindo balançando

Dance, dance,
Estamos nos separando na metade do tempo,
Dance, dance,
E essas são as vidas que você amaria conduzir..

Não é uma cena, é uma maldita corrida armamentista,
Não é uma cena, é uma maldita corrida armamentista

"Uma noite e mais uma vez, obrigado pelas memórias,
mesmo que elas não tenham sido muito boas..."

"Crescendo, crescendo..."

Eu tinha pensamentos confusos
e a auto-estima para igualar, que coisa.

domingo, dezembro 27, 2009

PRÍNCIPE DE ASTÚRIAS NO CINEMA


Imagine uma madrugada de Carnaval no Litoral Norte de São Paulo em que corpos começassem a aparecer nas praias, trazidos pela correnteza e ondas do mar. Bem poderia ser este um roteiro de filme de terror. Mas não é. Trata-se de uma história verídica contada pelo documentário Naufrágio - Mistério e morte na catástrofe do Príncipe de Astúrias, de Eduardo Sallouti. O filme, que estreou nesta sexta-feira, dia 25, apenas na cidade de São Paulo, remonta a trajetória do maior naufrágio da história do Brasil.

Em 1916, o navio afundou no litoral de Ilha Bela matando cerca de 1200 pessoas. Luxuosa, a gigantesca embarcação estava repleta de famílias nobres, além de sua imensa tripulação. A densa neblina no mar do Atlântico, um desvio de bússola e o choque com as pedras deram cor e números à tragédia. Centenas de pessoas afundaram junto com o navio naquela madrugada de quase um século atrás.

É verdade que a história lembra aquele filme do cinema. Contudo, o famoso Titanic afundou quatro anos antes e os fatos acima remontam um roteiro que ainda não foi às telas. O Príncipe de Astúrias deixou Barcelona com direção a Recife e afundou em Ilha Bela, quando se dirigia ao porto de Santos.

"As coincidências com o Titanic são realmente impressionantes. Acredito que até pela proximidade das datas, quatro anos depois, a história do Príncipe de Astúrias não tenha chamado tanto a atenção na época", disse Edu Sallouti. O lendário Titanic afundou em 1912, matando 1523 pessoas. Já o transatlântico espanhol que Sallouti resgatou em seu documentário naufragou em 1916, como foi dito, nas águas do Litoral Norte de São Paulo.

Segundo o diretor, fica difícil precisar a verdadeira causa da tragédia. Especula-se um torpedo vindo de um navio alemão, um choque com um navio inglês e até uma sabotagem, com bombas no interior do navio. Mas, a causa mais provável é que o Príncipe de Astúrias tenha se chocado com pedras, por um erro de seu capitão ou por um problema na bússola.

"Os indícios apontam mais para essa causa, sem dúvida", disse Edu Sallouti, que estudou e pesquisou a história da embarcação por 6 anos. O que é certo é que o barco afundou muito rápido. Oficialmente, 460 pessoas foram mortas. Mas, seu número mais provável conta aproximadas 1200 mortes. "É sabido que foram aproximadamente 1200 vítimas, a tripulação na sala de máquinas era imensa. Há ainda relatos bizarros de corpos saqueados por caiçaras nas praias que jamais foram encontrados", completa o diretor.

Trazidos pela maré e aparecendo nas praias de Ubatuba, os cadáveres protagonizaram uma das passagens mais dantescas desta história. Muitos caiçaras, pescadores locais, percebendo a riqueza que acompanhava os passageiros mortos, começaram a saquear os corpos ali mesmo na areia da praia. Dedos, com anéis e jóias, foram cortados. Corpos foram mutilados, desenterrados, lavados, e enterrados novamente.

"É bizarro, mas é verdade. Além dos relatos da época, alguns corpos encontrados posteriormente confirmaram isso. Mas, talvez, mais assustador que isso seja o fato de que onze toneladas de ouro podem ainda estar lá. Isso porque esse ouro embarcou junto com os judeus, que eram maioria como passageiros. Onze toneladas de ouro soldado e escondido na superestrutura do navio. Estamos falando de cerca de 1,4 milhões de libras, que possivelmente ainda estejam no fundo do mar até hoje", contou Sallouti.

Até hoje? O maior desafio é que as condições para um resgate minucioso no transatlântico são muito adversas. O mar é revolto, mas tem-se conhecimento de que muitos piratas já efetuaram algumas buscas lá embaixo - e apenas eles sabem o que encontraram.

Edu Sallouti ouviu para o documentário um mergulhador que já tem mais de 400 incursões na embarcação. "Ele é quase um legista, sabe muito bem como está lá no fundo". Mais que isso, sua lista de principais fontes conta com um capitão da marinha, um historiador, além de filhos e netos dos sobreviventes.

O documentário Naufrágio - Mistério e morte na catástrofe do Príncipe de Astúrias estreou nesta sexta-feira, dia 25 e ficará até o dia 30 em uma única sala de cinema em São Paulo, Sala Reserva Cultural, localizada na Avenida Paulista, 900. Quinze pessoas trabalharam no filme, que tem a duração de 72 minutos e custou R$ 550 mil - com investimentos privados e subsídios do governo. "Não há ficção no filme, toda reconstituição foi feita por ilustrações, sem encenação. Filmamos o navio com a contratação de uma equipe de mergulhadores, mas também aproveitamos imagens de arquivos pessoais de outros que já filmaram ali", explicou Edu Sallouti.

O diretor obteve ainda algumas imagens em pesquisas realizadas em museus de Santos, além de alguns materiais que vieram de colecionadores particulares. E, assim, trouxe à tona esse gigante dos mares, com uma misteriosa história ainda maior que ele.

Clique aqui para assistir aos bastidores da produção. (fonte: TerraTV)


Opinião: Gostei do que assisti, mas percebi duas pinturas, uma sendo do RMS Titanic e a outra sendo do HMHS Britannic no documentário. Resta saber se foi um erro ou se será uma explicação de outros naufrágios.

sexta-feira, dezembro 25, 2009

FELIZ NATAL TITÂNICOS


Que você possa, neste Natal, refletir no rosto,
no olhar, no pensamento, nas palavras, o soberano,
o inigualável, o incomensurável, Natal de Cristo.

Faça com que a dulcíssima voz dos anjos,
ao entoarem o Glória a Deus nas alturas
e paz aos homens de boa vontade,
fique gravada indelevelmente em sua vida
e que você promova a paz durante todo o seu percurso.

Ensine aos outros que o Natal representa para você amor,
gratidão e compromisso de um mundo mais justo e fraterno.

Que toda a beleza da noite de Belém, dos sinos, da estrela,
dos anjos, de Maria, dos pastores, façam morada perene em seu coração!


FELIZ NATAL
a todos os titânicos, amigos, visitantes e seus familiares...


segunda-feira, dezembro 21, 2009

PARTES DO RMS OLYMPIC

O Hotel White Swan localizado ao nordeste das Ilhas Britanicas, na cidade de Alnwick, tem uma parte do Salão de Jantar da Primeira Classe e uma parte da Grande Escadaria do RMS Olympic. Caso queira, é só baixar o documentário completo que esta disponível no Orkut na comunidade TITANIC DOWNLOAD, clique aqui.

Sempre aparecem reportagens que alguns titânicos encontram, referente a objetos que "provavelmente" pertenciam ao RMS Olympic. No caso abaixo, o proprietário quer um estudo para comprovar se é de fato uma parte da escadaria do RMS Olympic ou apenas uma cópia, clique aqui para ler a reportagem.

OBS: Desligue o som da barra do Windows Media Player, para mellhor visualização.


quinta-feira, dezembro 17, 2009

GUARANTEE GROUP


O grupo de segurança do RMS Titanic ( Guarantee Group ) era formado por oito pessoas:

Alfred Flemming Cunningham,
Antony Wood Frost,
Ennis Hastings Watson,
Francis Parkes,
Robert J. Knight,
Roderick Robert Crispin Chrisholm,
William Campbell,
William Henry Marsh Parr.

Todos eles se reportavam a Thomas Andrews. Um fato emocionante é relatado no documentário “Titanic – A Lenda”. Alguns familiares guardam até os nossos dias atuais, lembranças e pertences dos entes queridos, que morreram naquela noite. Um exemplo mostrado, são:

1 - Thomas Andrews ( projetista ) guardam um telescópio.

2 - Roderick Robert Crispin Chrisholm ( desenhista ) guardam um livro de lançamento do Titanic.

3 - Antony Wood Frost ( capataz ) guardam seu apito e sua régua.

segunda-feira, dezembro 14, 2009

ADVENTURE OUT OF TIME - DOWNLOAD


Esse jogo é demais, como diz um amigo meu "Ele é Fodástico". Já comentei sobre ele no blog, já coloquei a seqüência do jogo também em 4 partes. Espero que gostem do vídeo, se possível joguem o jogo. Após muitos pedidos criei uma imagem do CD original, para que todos possam ter uma cópia. Foi usado o programa WINRAR para compactar. Após descompactar, você terá duas subpastas, CD1 e CD2. O tamanho médio é de 650MB em cada CD. Não deixe de visitar a comunidade no Orkut feita especialmente para este jogo. Boa diversão...


MATÉRIA - Clique aqui

SOLUÇÃO DO JOGO - Parte 1 - Parte 2 - Parte 3 - Parte 4

COMUNIDADE DO JOGO NO ORKUT - Clique aqui

LINKS PARA DOWNLOAD - Link01 - Link02 - Link03 - Link04 - Link05

LINKS PARA DONWLOAD - Link06 - Link07 - Link08 - Link09 - Link10


sexta-feira, dezembro 11, 2009

TITANIC - 90 ANOS DEPOIS


É sem sombra de dúvida o naufrágio mais famoso de toda a história. 97 anos depois de afundar no fundo do Oceano Atlântico, o acesso em uma década depois que seus restos foram encontrados foi mais fácil graças ao avanço da tecnologia, TITANIC - 90 ANOS DEPOIS é uma adição importante à riqueza da informação que cerca o grande navio.

Título: Titanic 90 Anos Depois (Titanic 90 Years Below)
Formato: AVI
Duração: 66 minutos
Tamanho: 468 MB
Áudio: Inglês
Legenda: Português

Os arquivos para download não são de nossa responsabilidade, portanto no caso de quebra de link não teremos como recolocar.

Links: Parte 1 - Parte 2 - Parte 3

terça-feira, dezembro 08, 2009

SS OLYMPIC OU RMS OLYMPIC. QUAL O CERTO?


Os navios ou vapores da época recebiam a sigla SS. Após registro e suas funções é que poderia haver mudanças para RMS. Tanto que os postais do Olympic e Titanic tem a sigla SS na frente do nome. Quando o Olympic foi requisitado para a guerra, recebeu a sigla HMT. O significado dessas siglas são:

SS: “Steamship”, significa Navio ou Barco a Vapor.

RMS: “Royal Mail Steamship”, significa Navio ( ou Vapor ) do Correio Real.

HMT: "His Majesty's Transport", significa Navio ( ou Vapor ) de Transporte de Vossa Majestade.



Dedicado ao meu amigo Leonardo,
sempre presente aqui e na comunidade.



sábado, dezembro 05, 2009

ÚLTIMO JANTAR DO TITANIC EM MADRI




Hotel de Luxo em Madri ofereceu último jantar do Titanic por 50 euros. Qualquer um que passou por Madri durante o mês de abril deste ano, pode fazer uma viagem no tempo e degustar algumas das delícias gastronômicas do Titanic. O Hotel Westing Palace ofereceu ao público o último jantar servido na primeira classe do navio antes do naufrágio, no início do século passado. A notícia já foi divulgada na Comunidade no Orkut no mês de março.


OBS: Desligue o som da barra do Windows Media Player, para mellhor visualização.

quarta-feira, dezembro 02, 2009

TITANIC NO TENNESSEE



Em novembro de 2008, a empresa Cedar Bay Entertainment proprietária do Museum do Titanic na cidade de Branson/Missouri, decidiu realizar o lançamento na primavera de 2010 de outro Museum do Titanic na cidade de Pigeon Forge/Tennessee. O projeto prevê um custo inicial de US$ 25 milhões. Abaixo algumas fotos inicial do projeto:










segunda-feira, novembro 30, 2009

LANÇAMENTO DO OASIS OF THE SEAS



A calmaria dos mares do planeta foi subitamente interrompida pela aparição de um gigante, impressionante desde a construção no estaleiro da Finlândia e com peças tão grandes que fizeram os operários parecer miniaturas.

O Oasis of the Seas é um navio de cruzeiros que foi lançado ao mar em 30 de Outubro de 2009, em Turku, na Finlândia. Pertecente à Royal Caribbean International e construído pela STX Europe, trata-se do primeiro navio da nova Classe Oasis, o maior navio do mundo custou o equivalente a US$ 1,5 bilhão.

O Oasis of The Seas tem 220 mil toneladas e capacidade para 6.300 passageiros e 2.100 tripulantes, tem 360 metros de comprimento, tamanho equivalente a três composições de metrô, e com 65 metros de altura, equivalente a um prédio de 20 andares. São 2.200 quartos, inúmeros corredores, 24 elevadores e 21 piscinas. Para acomodar todo mundo, ele é dividido em 16 andares, que são chamados de bairros. O navio que é cinco vezes maior do que o Titanic tem barcos salva-vidas suficiente para todo mundo.

Para acomodar todos os passageiros, o gigante dos mares teve que ser dividido em bairros. Um dos mais disputados fica no oitavo andar, é o Central Park. O que é mais impressionante, primeiro, é que ele é a céu aberto e, depois, que tem árvores verdadeiras. São mais de mil espécies de plantas. Nele tem restaurante italiano, café, loja de tudo o que é tipo, uma espécie de barzinho em praça pública, na área que já é considerada a mais chique do navio. Agora, como o navio é um lugar que tem 16 andares, os bairros ficam uns em cima dos outros.

O custo estimado para uma semana de estadia é de quase R$ 3 mil ou R$ 50 mil, se for na suíte mais luxuosa da história da navegação. Ele é o primeiro apartamento de dois andares, tipo loft, em um cruzeiro marítimo. A varanda é tão grande que parece uma pista de corrida.

Existe ainda uma pista de corrida, que bate outro recorde em alto mar: são quase 700 metros. Daria ainda para se atirar na tirolesa, fazer escalada nas montanhas artificiais, jogar golfe, basquete: tanta coisa que você até se esquece que é um navio. Pela primeira vez em alto mar, está uma versão completa de um espetáculo da Broadway, mas, se você não gosta de musical, no anfiteatro, na popa do navio, acontece um espetáculo de circo. O palco se transforma em uma piscina, e o todo mundo para e assiste ao espetáculo mais impressionante que já se viu em alto-mar.

sexta-feira, novembro 27, 2009

REAL PROFUNDIDADE DO HMHS BRITANNIC




Palavras do oceanógrafo Jacques Cousteau quando descobriu e pesquisou o HMHS Britannic em 1976:


"... Ao atingirmos a parte superior do navio, verifiquei que o medidor de profundidade registrava 109 metros. Mais abaixo, junto ao fundo do mar, marcava 126 metros. Perto de uma das aberturas do casco encontramos vários pedaços de carvão espalhados..."


Livro - A Grande Aventura de Cousteau
Volume 29 - O Enigma do Britannic
1997, Ediciones Altaya, S.A
Página 28


quarta-feira, novembro 25, 2009

RELAÇÃO DOS MORTO NO HMHS BRITANNIC



Relação dos mortos no naufrágio do HMHS Britannic, ocorrido em 21 de novembro de 1916, durante a Primeira Grande Guerra Mundial:

Arthur Binks
Arthur Dennis
Charles C. S. Garland
Charles J. D. Phillips
Frank Joseph Earley
G. Philps
George De Lara Honeycott
George James Bostock
George Sherrin
George William Godwin
George William King
Henry Freebury
Henry James Toogood
James Patrick Rice
John Cropper
John George McFeat
Joseph Brown
Leonard George
Leonard Smith
Percival W. E. White
Pownall Gillespie
Robert Charles Babey
Thomas A. Crawford
Thomas Francis Tully
Thomas Jones
Thomas Taylor McDonald
Walter Jenkins
William Sharpe
William Smith
William Stone

Fonte: http://www.hospitalshipbritannic.com/

segunda-feira, novembro 23, 2009

UM MERGULHO NO BRITANNIC

Nesses três vídeos que coloco abaixo, vamos fazer uma pequena viagem aos destroços do HMHS Britannic, navio da White Star Line, naufragado em 21 de novembro de 1916.



sábado, novembro 21, 2009

SHEILA MACBETH MITCHELL

Hoje completa-se 93 anos do naufrágio do HMHS Britannic, irmão do RMS Titanic. Resolvi falar de uma sobrevivente que viveu por 103 anos e que esteve presente na descoberta dos destroços em 1976.



Sheila Macbeth Mitchell, filha de pais escoceses, nasceu em 12 de junho de 1890, em Bolton. Foi criada em Lancashire e Surrey e educada em Polam Hall, Darlington County Durham, Inglaterra. Ela queria se tornar uma professora de educação física, mas sua família não a deixava ter um emprego deste tipo. A Primeira Guerra Mundial, no entanto, permitiu a ela - como muitas outras mulheres de sua geração - de sair de casa e servir como uma auxiliar de enfermagem no Queen Alexandra's Imperial Military Nursing Service.

Depois de servir na região do Mediterrâneo no navio-hospital HMHS Britannic, ela cuidou dos feridos no Hospital Militar na França. Em 1920, ela conheceu e se casou com John Mitchell, teve quatro filhos, sendo que um morreu ainda pequeno.

Quando estava com seus 86 anos de idade, Sheila Mitchell recebeu um convite de Jacques Cousteau para uma reunião com alguns sobreviventes do naufrágio do HMHS Britannic, que ocorreu em 21 de novembro de 1916.

O navio pertencia a White Star Line e era o terceiro navio da “Class Olympic”. Era irmão do RMS Olympic e RMS Titanic, mas foi convertido em navio-hospital quando a guerra eclodiu em 1914 e trouxe para casa muitos soldados feridos. Em uma de suas viagens (felizmente sem feridos a bordo), o navio-hospital afundou perto da ilha de Kea, no Mar Egeu, após uma explosão - a partir de um torpedo de acordo com testemunhas a bordo, ou de uma mina de acordo com a Marinha Alemã.

Sessenta anos mais tarde, em 1976, Cousteau localizou o navio naufragado no fundo do Mar Egeu, e Sheila Macbeth Mitchell voou para a bordo do navio Calypso (foto acima), para dar-lhe suas lembranças claras do naufrágio. Dentre várias histórias, Sheila Mitchell contou sobre o seu relógio que esqueceu a bordo do Britannic no momento do naufrágio e que seria muito interessante se a equipe o encontra-se. Infelizmente Sheila Mitchell ficou desapontada porque nenhum mergulhador conseguiu recuperar o relógio que ela havia deixado em sua cabine.

Depois de alcançar o seu centenário, a mobilidade e a visão de Sheila Mitchell deteriorou-se. Ela manteve uma memória extraordinária, porém, raramente tinha perda de um episódio de sua vida plena e ativa. Sheila Mitchell morreu aos 103 anos, em 15 de fevereiro de 1994, em Batheaston, Inglaterra.




HMHS BRITANNIC

Início da Construção: 30 de novembro de 1911.
Lançamento do Casco: 26 de fevereiro de 1914.
Naufrágio: 21 de novembro de 1916.

quinta-feira, novembro 19, 2009

DIÁRIO DE BORDO – PARTE III


Falco, Delemotte e eu decidimos fazer uma nova imersão no interior do Britannic. Descemos com cautela, levando o peso extra dos tanques adicionais e uma grande curiosidade por descobrir a causa do naufrágio.

Ao atingirmos a parte superior do navio, verifiquei que o medidor de profundidade registrava 109 m. Mais abaixo, junto ao fundo do mar, marcava 126 m. Perto de uma das aberturas do casco encontramos vários pedaços de carvão espalhados.

Concluímos que o que causou a primeira explosão relatada pelos sobreviventes do naufrágio foi uma mina situada a pouca profundidade. A segunda explosão teria sido produzida no interior do navio, possivelmente provocada pela rápida ignição das pequenas partículas de carvão que se encontravam ao redor das diversas caldeiras.

A senhora Mitchell decidiu acompanhar um dos mergulhadores em uma imersão com o minissubmarino para ver o Britannic com os seus próprios olhos. Sem dúvida, foi um grande ato de coragem da sua parte. Desceram lentamente até a parte superior do casco, onde puderam contemplar a formidável fauna e flora marinha, que passou a utilizar o Britannic como substrato de fixação, refúgio ou morada. Algas, esponjas, peixes-pedra e lagostas são agora alguns de seus moradores.

De volta ao Calypso, a senhora Mitchell foi recebida com uma efusiva salva de palmas. No dia seguinte, ao nos despedirmos dela, recordamos a sua proeza. Sem dúvida, foi um dos visitantes mais ilustres que o Calypso já teve.



Livro - A Grande Aventura de Cousteau
Volume 29 - O Enigma do Britannic
1997, Ediciones Altaya, S.A
Página 28

terça-feira, novembro 17, 2009

DIÁRIO DE BORDO – PARTE II


Analisando as imagens captadas pelo minissubmarino, Falco e eu reorganizamos toda a estratégia de busca dos indícios que nos pudessem levar à uma conclusão fiável sobre as causas dessa catástrofe naval. No Porto de Zea, próximo a Atenas, nos abastecemos de uma grande quantidade de tanques de oxigênio, nitrogênio e hélio, e iniciamos os mergulhos a grandes profundidades.

Estamos acompanhados de William Tantum, vice-presidente da Sociedade Histórica Titanic e um estudioso entusiasta de desastres navais. Mais tarde, recebemos a senhora Sheila Macbeth Mitchell, uma das sobreviventes do naufrágio que trabalhava como enfermeira voluntária a bordo do Britannic, agora com 86 anos.

A equipe mergulhou com uma câmara de descompressão, conseguindo captar imagens históricas do casco do navio, das hélices propulsoras, assim como do seu próprio interior. Apesar de todo o equipamento de iluminação, havia muito pouca visibilidade. Além disso, quase todo o navio está coberto por algas e esponjas, o que dificulta ainda mais a visualização dos detalhes dos rombos do casco.

Após a breve, porém proveitosa imersão, os mergulhadores entraram na câmara de descompressão, situada no meio do trajeto entre o Calypso e o Britannic, e foram içados a bordo com a ajuda de um guindaste. Além das filmagens realizadas, os mergulhadores trouxeram vários objetos encontrados no interior do navio.



Livro - A Grande Aventura de Cousteau
Volume 29 - O Enigma do Britannic
1997, Ediciones Altaya, S.A
Página 27

domingo, novembro 15, 2009

DIÁRIO DE BORDO – PARTE I


Hoje me reuni em Londres com alguns dos sobreviventes do Britannic, um imenso transatlântico britânico que naufragou junto às costas da Grécia no dia 21 de novembro de 1916, quando ainda se travava a Primeira Guerra Mundial. O Britannic era quase do mesmo tamanho que o Titanic, o seu "irmão gêmeo". Funcionava como navio-hospital quando afundou misteriosamente no mar Egeu. Ainda há dúvidas sobre as verdadeiras causas do naufrágio, mas há suspeitas de que tenha ocorrido devido à colisão com uma ou mais minas submarinas ou pela explosão de torpedos disparados por algum submarino alemão que patrulhava a região em busca de possíveis "presas". Conversando com os seus ilustres passageiros durante um jantar, a maioria advogava pela teoria de que o Britannic teria afundado pelo impacto de um ou dois torpedos.

Decididos a investigar esse mistério, iniciamos a busca do Britannic a bordo do Calypso. Descemos o sonar e começamos a percorrer trajetos paralelos sobre o canal de Kea, situado junto à ilha com o mesmo nome. Cada percurso sobre o canal era devidamente mapeado e a nossa posição indicada e, quando necessário, corrigida. Após uma busca exaustiva, finalmente surgiu à silhueta do casco do Britannic no gráfico produzido pelo receptor do sonar.

Marcamos o local com uma bóia sinalizadora e fizemos uma primeira imersão com o minissubmarino. Quando Falco atingiu o fundo do mar, logo encontrou alguns pequenos destroços do navio, entre os quais um segmento do mastro, que se partiu em vários pedaços durante o naufrágio. As primeiras imagens do Britannic, captadas pela câmara acoplada ao minissubmarino, são realmente espetaculares. Apesar da pouca visibilidade da água e da falta de luz, foi possível observar detalhes do enorme casco do transatlântico.



Livro - A Grande Aventura de Cousteau
Volume 29 - O Enigma do Britannic
1997, Ediciones Altaya, S.A
Página 27

sexta-feira, novembro 13, 2009

LIVRO VATICAN ASSASSINS - PARTE II

Extraído do livro "VATICAN ASSASSINS" - Eric Jon Phelps, 2000. O vídeo, que são em duas partes, traz uma tradução e a interpretação do autor. Deixo aqui livre para que todos possam dar sua opinião sobre a conclusão do autor.

quarta-feira, novembro 11, 2009

LIVRO VATICAN ASSASSINS - PARTE I

Extraído do livro "VATICAN ASSASSINS" - Eric Jon Phelps, 2000. O vídeo, que são em duas partes, traz uma tradução e a interpretação do autor. Deixo aqui livre para que todos possam dar sua opinião sobre a conclusão do autor.