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Sala de Leitura do Olympic. As imensas janelas descortinam o convés de passeio. Crédito: Ulster Folk and Transport: Harland & Wolff Collection.
Um menu da primeira classe da noite do naufrágio do Titanic, em 14 de abril de 1912, foi vendido por US$ 88.500 pela casa de leilões Guernsey. O menu da "última ceia", um dos três existentes, atingiu o preço mais alto no leilão, o maior já realizado com objetos que pertenciam ao famoso navio.
Apenas com esta peça vendida, para um comprador não identificado, a casa Guernsey ganhou uma comissão de US$ 13.500. O cardápio foi conservado pelo passageiro da primeira classe Adolphe Saalfeld, que sobreviveu à tragédia.
Pedaços de aço e carvão do Titanic foram transformados em uma nova linha de relógios de pulso de luxo que afirmam captar a essência do transatlântico legendário que afundou em 1912. A fabricante de relógios de Genebra Romain Jerome descreve sua coleção "Titanic-DNA" como estando entre as peças mais exclusivas expostas esta semana na Baselworld, a maior feira anual da indústria de relógios e joalheria.
"É algo muito luxuoso e inacessível", disse Yvan Arpa, executivo-chefe da empresa, que espera que os relógios de edição limitada atraiam colecionadores e compradores milionários de artigos de luxo.
"Muitas pessoas ricas compram relógios incrivelmente complexos sem compreender seu funcionamento, apenas porque querem ter uma história para contar", disse ele. "Estamos oferecendo uma história para elas."
O local do naufrágio do Titanic, que chocou-se com um iceberg e afundou no Atlântico norte, em sua primeira viagem do porto inglês de Southampton para Nova York, é protegido há mais de uma década, mas muitos destroços foram levados nas primeiras expedições de mergulho no local. A Romain Jerome disse que comprou um pedaço de 1,5 kg da quilha do navio que foi recuperado. O metal foi certificado como autêntico pela empresa que construiu o Titanic, Harland & Wolff. Para produzir os relógios, a empresa suíça criou uma liga usando o material do Titanic e aço empregado pela Harland & Wolff na criação de uma réplica do Titanic.
Feitos de ouro, platina e aço, os relógios têm mostradores pretos de laca feitos com carvão recuperado do local do naufrágio do Titanic. Arpa disse que a combinação de materiais velhos e novos confere aos relógios um senso de renovação, em lugar de representar um lembrete dos 1.500 passageiros que se afogaram no naufrágio trágico.
"É uma mensagem de esperança, de renascimento, de que a vida é mais forte que a morte", disse ele em entrevista no estande da Romaine Jerome na feira em Basiléia, onde mais de 2.100 fabricantes estão expondo seus produtos. A empresa vai produzir 2.012 relógios "Titanic-DNA" para coincidir com o centenário do naufrágio do Titanic, em 2012.
FOTO: Os relógios foram postos à venda pela primeira vez em Basiléia por entre US$ 7,8 mil e US$ 173,1 mil.
Foto: Rodrigo Piller e todos os seus trabalhos relacionados ao Titanic
Rodrigo Aparecido Piller
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Ficou uma droga! Fiz tudo de novo e novamente deu errado, ficou muito escuro. Tentei a terceira vez e dessa vez deu mais certo. Depois de dar a tonalidade de madeira e envernizar pela terceira vez passei mais uma mão de tinta marrom escuro e fui limpando o excesso com um pano, o resultado disso foi como se essa tinta fosse betume. Ela impregnou nas partes mais profundas dos entalhes e deu um aspecto de envelhecido ao relógio. Envernizei tudo novamente e somando-se todas as demãos de tinta que dei foram 15, pois errei muitas vezes e cada etapa exigia 4 ou 5 demãos.
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O relógio ficou com 100 x 81 cm e deve pesar uns 12 kg. Conclui o trabalho em 31 de março de 2006 (exatamente 95 anos depois do lançamento do casco do navio ao mar, descobri isso escrevendo este texto).
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Nem a modelagem, nem as molduras e nem a pintura ficaram como réplica idêntica, mas novamente repito que não sou especialista nisso e que fiz o que deu para ser feito tendo em vista os materiais alternativos que uso.
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Usei:
* Madeira de pinus, cola quente e pregos para a estrutura
* Papel cartaz e cartolina para o revestimento da base do relógio
* Um relógio de parede (que desmontei e aproveitei o motor e ponteiros)
* Gesso para as molduras
* Papel paraná para as partes retas e para o círculo saliente do relógio
* Cola, maisena e vaselina para a massa de biscuit
* Um vidro para o visor do relógio
* Cola quente para unir as partes em papel
* Bastante tinta marrom, bege e verniz incolor (já que errei várias vezes)
* E mais cola para unir tudo...
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O custo total disso foi de 68 reais. O relógio é junto com o relógio da suíte da Rose, com o navio, a cadeira e a coleção Titânica meus maiores xodós.
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Espero que com esse e com outros depoimentos meus, vocês que tem vontade de arriscar a fazer algo se animem e partam para a luta, pois o ser humano é movido pela vontade. Vontade que se for colocada em prática é capaz de surpreender à todos...
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Espero que tenham gostado e um grande abraço a todos os meus amigos Titanicmaníacos espalhados pelo Brasil afora...
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Até mais.
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Rodrigo Aparecido Piller
A carta do empresário britânico Alfred Rowe, 59 anos, estabelecido nos Estados Unidos que embarcou no Titanic e que foi testemunha de um incidente visto como uma premonição da catástrofe será leiloada em breve no Reino Unido, segundo Andrew Aldridge, da casa de leilões Henry Aldridge and Sons of Devizes, no condado de Wiltshire. A carta é única e a expectativa é de conseguir até 90 mil libras (cerca de R$ 365 mil) pelo manuscrito e outros documentos. As cartas de outros passageiros, comparou, descrevem sobretudo o luxo do transatlântico, que parecia um palácio flutuante, no entanto, a carta escrita por Alfred Rowe para sua mulher, Constance, tem um tom completamente diferente, informa hoje o jornal "The Times".
Alfred Rowe, que voltava para o seu rancho no Texas, confessou a sua mulher que teria preferido um navio menor, como o Mauretania ou o Lusitania. Ele conta sobre o efeito canal que o Titanic produziu no momento de zarpar rompendo as amarras do navio New York. Se não fosse por um rebocador que conseguiu segurar o New York, este teria feito um buraco no casco do Titanic, explica Rowe. Apesar da premonição, Rowe confessa apreciar as comodidades a bordo, como um "banho turco", que ajudou a curar um resfriado. Ao mesmo tempo, ele reclama que o navio é muito grande e é difícil se orientar a bordo.
A carta do empresário foi colocada no correio em Queenstown, cidade de Cork, na Irlanda, em 11 de abril de 1912, na sua última escala da viagem rumo à Nova Iorque. Três dias mais tarde, o navio bateu num iceberg e afundou. Rowe conseguiu nadar até um bloco de gelo, onde morreu congelado. O seu corpo foi resgatado pelo navio Mackay-Bennett e levado a Liverpool. A carta, que ocupa os dois lados de duas folhas, acaba de ser publicada pela primeira vez. Os descendentes do empresário decidiram pôr o documento à venda, com o diário de sua viúva e uma carta escrita a seu irmão.
Fonte: Site Bajoelagua