terça-feira, agosto 22, 2006

ANDREWS: CONTROLADOR A BORDO

O camarote A36 do convés “A” fora arrumado às pressas para ser ocupado por Thomas Andrews, conhecido diretor da Harland & Wolff e responsável pelos projetos encomendados pela White Star Line. Andrews representava Lord Pirrie, presidente dos estaleiros de Belfast que, por motivos de saúde, não pudera participar da viagem inaugural. Apesar de ser sobrinho de Lord Pirrie, Thomas Andrews devia o sucesso de sua carreira a sua dedicação ao trabalho. Aos 16 anos, depois de interromper seus estudos, Andrews ingressara como aprendiz no estaleiro naval de Queen's Island, de Harland & Wolff. A partir de então, e durante cinco anos, sua jornada de trabalho começava às 6horas em ponto; à noite, ele freqüentava cursos obrigatórios aos aprendizes e, sem um dia sequer de descanso, aperfeiçoava sua formação técnica. Assim, após contínuos esforços, Thomas Andrews tivera a oportunidade de mostrar a seu tio e a todos da empresa toda a teoria e prática que havia aprendido. Devido a suas extraordinárias qualidades, seus superiores lhe confiaram, progressivamente, tarefas cada vez mais importantes e responsabilidades maiores. Aos 32 anos de idade, Andrews se tornara chefe do departamento de projetos e, dois anos mais tarde, diretor-geral da empresa. Durante oito anos ele se dedicou diariamente a qualquer assunto que se referisse ao Titanic. Ele, o homem que projetara navio e o responsável por cada detalhe, acompanhara os trabalhos de construção desde o começo até o final; portanto, sentia-se profundamente responsável por qualquer lapso, falha ou desorganização. Andrews não dispunha de tempo para diversões a bordo do Titanic. Certamente, tratava-se do homem mais ocupado, sempre atento ao menor detalhe, mesmo de pouca importância. Para ele, os problemas não tinham fim. Seu trabalho não se limitava a pequenos consertos, mas envolvia também o dever de evitar problemas relativos à administração do pessoal de bordo, transmitindo calma e tranqüilidade aos funcionários. Andrews era amável com todos e estava sempre disposto a esclarecer dúvidas relativas à estrutura e a detalhes que, por terem sido idealizados por ele mesmo, eram-lhe bastante familiares. Ele não parecia pertencer àquele mundo aristocrático de pessoas da primeira classe.
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Post dedicado ao meu "Amigo Titânico" Felipe.
Felipe, sucesso na criação do seu livro.

sexta-feira, agosto 18, 2006

O INCÊNDIO A BORDO DO LUCANIA

Em 1894, mesmo ano em que se aprovava o “Merchant Shipping Act”, o Lucania, da Cunard Line, bateu o recorde de travessia atlântica, fazendo o trajeto de leste a oeste, Queenstown - Nova York, em 5 dias, 12 horas e 57 minutos. Ele teve uma carreira maravilhosa, conseguindo ultrapassar o seu próprio recorde no ano seguinte ao rebaixar 19 minutos dos cinco dias e meio.
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A causa dessas velocidades era a sua propulsão, dotada de dois motores de expansão tripla, capazes de produzir 30.000 cavalos de potência, permitindo-lhe manter uma velocidade média de 21 nós. A Cunard adquiriu a confiança da sua clientela não apenas devido à velocidade desse transatlântico, mas também graças ao acabamento de seus interiores e ao serviço impecável, digno da melhor tradição anglo-saxônica.
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No entanto, em 1909, enquanto o Lucania estava atracado no cais do porto de Liverpool, repentinamente detecta-se um incêndio a bordo, que logo se espalhou e devastou completamente seus interiores. Os bombeiros agiram rapidamente e alguns rebocadores conseguiram levá-lo para o centro do porto. Porém, as bombas anti-incêndio lançaram tanta água sobre o navio que ele acabou afundando, apoiando-se no fundo a poucos metros de profundidade. A companhia conseguiu recuperá-lo facilmente nos dias seguintes. Os mergulhadores verificaram que as máquinas a vapor não tinham sido danificadas pelo fogo e que ainda podiam funcionar, mas a Cunard não achou oportuna, principalmente do posto de vista econômico, a decisão de colocá-lo em serviço novamente e o mandou para desmanche.
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Exatamente naquele ano, a concorrência da White Star Line empreendera a construção de dois colossos, o Olympic e o Titanic, diante dos quais o mais “novo”, o Lucania, já parecia obsoleto. Além disso, embora as novas tecnologias tivessem reduzido os riscos de incêndio a bordo, porque a fabricação de cascos de aço tornava o navio menos vulnerável, era certo que a presença de carvão como combustível também pressupunha grande risco de incêndio, sobretudo quando não estava constantemente sob controle.

terça-feira, agosto 15, 2006

PARTO A BORDO DOS NAVIOS

Depois da epopéia dos veleiros, que ofereciam péssimas condições de higiene para as massas de emigrantes, uma série de convenções internacionais melhorou sensivelmente os cuidados médicos disponíveis nos modernos transatlânticos. Nesse aspecto, o Titanic oferecia o melhor e, por essa razão, o doutor O'Loughlin dispunha do necessário para auxiliar àquele que precisasse de seus serviços. Era comum que mulheres de condição social humilde embarcassem no último período de gravidez, pois esperavam dar à luz na enfermaria do navio. Efetivamente, a bordo havia a garantia de uma assistência sanitária gratuita e indiscutivelmente superior àquela que receberiam em terra, antes da partida. Esse fato explica o motivo da escolha dos nomes de alguns recém nascidos, que recebiam o mesmo nome do navio em que nasciam, num ato de gratidão das mães, que se lembravam de uma experiência única e vital sobre aquela cidade flutuante.
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Já imaginaram se no Titanic tivesse acontecido isso, um nascimento a bordo e o bebê com o nome de Titanic?

sábado, agosto 12, 2006

ARABIC: UMA COLISÃO EVITADA

Alguns anos antes, William McMaster Murdoch embarcara no Arabic como oficial de convés e, em um revezamento do turno noturno, preparava-se para substituir um oficial mais jovem do que ele quando, inesperadamente, este oficial ordenou um rápido giro para estibordo porque o vigia acabava de ver a luz de bombordo de uma embarcação. Murdoch e seu colega correram para observar e calcular a gravidade do perigo.
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Envolvido pela agitação daquele momento, seu colega ordenou que virassem para estibordo. Murdoch manteve-se tranqüilo e, com calma, distinguiu a luz vermelha de uma lanterna sob a proa do Arabic.
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Para não aumentar a confusão, sem dizer sequer uma palavra, Murdoch se dirigiu rapidamente até o timoneiro, tirou-o violentamente de seu posto e, virando o leme para frente, conseguiu colocar novamente o navio na rota correta. Toda a situação fora avaliada em uma fração de segundo e o oficial encontrara a única solução possível.
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Empurrado por um vento de popa que soprava ligeiramente a estibordo, um veleiro com as velas desfraldadas navegara paralelamente ao Arabic, interpondo-se a ele. A colisão fora evitada graças à astúcia de Murdoch.

quarta-feira, agosto 09, 2006

OFICIAIS DE CONVÉS

Dos sete oficiais de convés, três (cujos postos eram mais elevados) eram encarregados do posto de guarda: o segundo-capitão Henry T. Wilde, o primeiro-oficial William M. Murdoch e o segundo-oficial Charles H. Lightoller. Eram os únicos responsáveis pela vigilância e obedeciam as ordens do capitão Smith que, teoricamente, estava sempre em serviço. Ao contrário do capitão, esses oficiais alternavam-se na ponte de comando em turnos de 4 horas de vigília e 8 horas de descanso. Os três tinham em comum a experiência, adquirida em veleiros quando ainda eram jovens e, posteriormente, em viagens feitas em vapores.
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Para todos aqueles homens, embarcar no Titanic era a confirmação do apreço de que gozavam no seio da companhia, bem como a possibilidade de participar de uma viagem inaugural, que poderia significar a cada um deles uma possibilidade de ascensão profissional.
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A parte mais vital da navegação estava em suas mãos: em um painel da sala de navegação, um comunicado da White Star Line estabelecia a prudência como primeiro dever a ser respeitado pelos oficiais. Era preciso que a segurança dos passageiros e do navio estivesse acima de qualquer outro pensamento e que prevalecesse sobre qualquer outra consideração, pois ser prudente era fundamentalmente importante.
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No caso de algum tipo de emergência, o oficial em vigia na ponte de comando teria de informar imediatamente ao capitão e não podia usar o telégrafo sem sua autorização, a menos que se tratasse de uma situação gravíssima, que demandasse uma decisão rápida. Embora fossem mais velhos e mais graduados do que os outros oficiais, os três superiores podiam ser substituídos a bordo até um minuto antes da partida do navio.
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O post de hoje eu dedico a todos os meus "Amigos Titânicos".
Oficiais de um Titanic que vive em nossos corações.

domingo, agosto 06, 2006

DVD GHOSTS OF THE ABYSS


FANTASMAS DO ABISMO
"Ghosts of the Abyss" ( 2003 )

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Acompanhado pelo seu amigo Bill Paxton e por uma equipe composta pelos mais destacados especialistas históricos e marítimos, o diretor James Cameron regressa à sua fonte de maior inspiração - o lendário local onde afundou o Titanic. Durante esta viagem, iremos explorar o navio inteiro, convés a convés, quarto a quarto, desvendando mistérios que permaneceram escondidos durante quase um século. Robôs submarinos revolucionários foram desenhados e construídos unicamente com o propósito de permitir aos exploradores penetrar bem fundo nos destroços do que foi outrora o maior navio do mundo e trazer de volta à superfície imagens surreais e inquietantes. Recheado de imagens nunca antes vistas, este acontecimento cinematográfico sem precedentes é um complemento obrigatório para todos os que fizeram de Titanic o maior sucesso do cinema de todos os tempos.
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REALIZADOR
James Cameron
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AUDIO
Inglês Dolby Digital 5.1
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LEGENDAS
Português
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DISTRIBUIÇÃO
Lusomundo Audiovisuais, AS - Portugal
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SITE OFICIAL
http://www.ghostsoftheabyss.com/
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Dedico o post de hoje ao meu amigo e Oficial Rafael Nunes,
dono do blog Ship Lost
http://www.shiplost.blogger.com.br/

quinta-feira, agosto 03, 2006

ROMANCE: ACONTECEU NO TITANIC

Diane era uma moça cheia de sonhos. Gregory, um homem marcado pelo sofrimento e pela desilusão. Um dia seus caminhos se cruzam e eles se apaixonam dentro do lendário Titanic. Mas uma tragédia sem precedentes ameaça 2.227 passageiros, entre eles Gregory e Diane. Será que o amor entre os dois é forte o bastante para sobreviver ao maior naufrágio da história? Será que Madame Vesper, a misteriosa vidente russa a bordo do navio, poderá fazer alguma coisa para ajudá-los? Em um cenário que combina misticismo, premonições e personagens fascinantes, as paixões explodem com força total em um romance simplesmente arrebatador!
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“Quem se comoveu com a tragédia do Titanic e se apaixonou pelo filme de James Cameron não pode perder Aconteceu no Titanic, de Loreley McKenzie” – Romantic Reviews.
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Turma Titânica, este livro você encontrará nas bancas ao preço de R$ 10,50. Podem pedir também por e-mail a Mythos Editora:

terça-feira, agosto 01, 2006

O OUVIDO SUBMARINO DO TITANIC

Antes da invenção do radar, a névoa representava um dos maiores perigos para a navegação. Os sistemas mais usados eram baseados na transmissão de sinais acústicos, sobretudo quando a embarcação se aproximava dos lugares mais perigosos. A esquerda, um indicador de direção usado pelos oficiais de rota. A direita, um depósito para a recepção dos sinais emitidos pelos sinos.

Em 1898, o norte-americano Arthur Y. Mundy, de Boston, inventou um receptor acústico que podia ser instalado na parte externa do casco. Dando prosseguimento às pesquisas e aos testes realizados em laboratórios, descobriu que o microfone manteria sua capacidade de recepção se, antes de submergir, fosse colocado dentro de um recipiente cheio de líquido, instalado no interior do casco do navio.
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Esses modelos desenvolvidos por Mundy foram escolhidos para o Titanic. Na parede interna do esqueleto da embarcação, abaixo da linha de flutuação, foram instaladas caixas metálicas que conteriam o equipamento capaz de receber os sinais acústicos da Submarine Signal Co. Paralelamente, progressos relevantes eram feitos no campo da transmissão de sinais através de sinos subaquáticos, que passaram a ser construídos de maneira que pudessem emitir notas puras, evitando a combinação de tons diferentes.
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Esses aparelhos de sinalização eram usados como sistemas auxiliares em caso de névoa. Ao receber os sinais sonoros propagados através da água, que cobriam uma distância de cerca de seis milhas, e depois de uma precisa avaliação da direção dos sons, o navio podia dispor de informações sobre sua própria posição em relação à costa.
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Tratava-se de uma grande e útil inovação, que melhorava o tradicional sistema de sinalização acústica. Da ponte de comando do Titanic, o oficial de rota podia acionar o interruptor de direção da pequena caixa, que estava ligado por fios telefônicos aos microfones (chamados de “ouvidos” do navio) instalados em depósitos.
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Ao selecionar a posição de escuta, a estibordo ou a bombordo, captava-se um sinal rítmico, lançado a intervalos regulares. O som apenas era percebido por quem estivesse na proa, de modo que da ponte de comando podia-se avaliar a distância que separava a embarcação da costa e, em função da seqüência de sinais, também era possível verificar a rota do navio.
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Este post eu dedico a uma pessoa muito especial em minha vida.

segunda-feira, julho 31, 2006

FOTO: VIGIAS NO MASTRO DA PROA

Olá meus amigos Titânicos, neste mês de julho o “Titanic Momentos” irá postar somente fotos com pequenos comentários sobre as mesmas. Em Agosto, voltaremos com mais novidades.
- No mastro da proa ficava a plataforma de trabalho dos vigias. Antes da invenção do radar, os olhos atentos desses marinheiros desempenhavam a tarefa de detectar os perigos e os obstáculos para a navegação.

domingo, julho 30, 2006

FOTO: TABERNA BELVEDERE ARMS

Olá meus amigos Titânicos, neste mês de julho o “Titanic Momentos” irá postar somente fotos com pequenos comentários sobre as mesmas. Em Agosto, voltaremos com mais novidades.
- Interior do Belvedere Arms, uma das muitas tabernas de Southampton. Para suprir a ausência de alguns membros da tripulação, neste local foram recrutados os últimos marinheiros do Titanic, sobretudo aqueles que cuidariam das caldeiras e da sala de máquinas.

sábado, julho 29, 2006

FOTO: CATÁLOGO DE DECORAÇÃO

Olá meus amigos Titânicos, neste mês de julho o “Titanic Momentos” irá postar somente fotos com pequenos comentários sobre as mesmas. Em Agosto, voltaremos com mais novidades.
- Os decoradores que se encarregaram do interior do Titanic e do Olympic dispunham de vários tipos de catálogos. As empresas e fabricantes selecionados para a decoração dos grandes transatlânticos vangloriavam-se da reputação que aquele privilégio lhes proporcionava.

sexta-feira, julho 28, 2006

FOTO: PINTURA DE HARLEY CROSSLEY

Olá meus amigos Titânicos, neste mês de julho o “Titanic Momentos” irá postar somente fotos com pequenos comentários sobre as mesmas. Em Agosto, voltaremos com mais novidades.
- No quadro do pintor contemporâneo Harley Crossley, com seu volume imponente e quase consciente de ser o maior, o mais luxuoso e o mais moderno navio da época, o Titanic está deixando o cais do porto de Southampton rumo à grandiosa viagem inaugural.

quinta-feira, julho 27, 2006

FOTO: ASSINATURA DE MAURICE H. CLARKE

Olá meus amigos Titânicos, neste mês de julho o “Titanic Momentos” irá postar somente fotos com pequenos comentários sobre as mesmas. Em Agosto, voltaremos com mais novidades.
- A assinatura de Maurice Harvey Clarke no final do certificado do "Merchant Shipping Act". Este certificado era necessário para a habilitação definitiva dos navios de transporte de passageiros e, como se vê no selo, foi estendido pelo o oficial correspondente em 10 de abril de 1912, exatamente no dia previsto para zarpar.

quarta-feira, julho 26, 2006

FOTO: BOTÕES DOS UNIFORMES

Olá meus amigos Titânicos, neste mês de julho o “Titanic Momentos” irá postar somente fotos com pequenos comentários sobre as mesmas. Em Agosto, voltaremos com mais novidades.
- Botões dourados dos uniformes dos oficiais com o escudo da White Star Line. Os botões aqui são parte de um conjunto de objetos encontrados pela expedição de Robert Ballard, responsável pelo início da descoberta dos destroços do Títanic.

terça-feira, julho 25, 2006

FOTO: MAPA PERCURSO

Olá meus amigos Titânicos, neste mês de julho o “Titanic Momentos” irá postar somente fotos com pequenos comentários sobre as mesmas. Em Agosto, voltaremos com mais novidades.
- O mapa representa a rota seguida pelo grande transatlântico em direção às costas francesas e ao porto de Cherbourg. Como se pode ver, o porto de origem está ao fundo do longo estuário denominado Southampton Water, que faz comunicação com os estreitos canais Solent e Spithead, mas também com o canal da Mancha.

segunda-feira, julho 24, 2006

FOTO: SUPER GUINDASTES

Olá meus amigos Titânicos, neste mês de julho o “Titanic Momentos” irá postar somente fotos com pequenos comentários sobre as mesmas. Em Agosto, voltaremos com mais novidades.
- Nos trabalhos também empregavam-se gruas que, colocadas sobre grandes pontes flutuantes, eram capazes de erguer cargas de até 200 toneladas. Nesta foto, uma potente grua iça uma das peças que, fixada à popa, seguraria e sustentaria o eixo de transmissão das hélices.

domingo, julho 23, 2006

FOTO: ENTRADA PRINCIPAL DA H&W

Olá meus amigos Titânicos, neste mês de julho o “Titanic Momentos” irá postar somente fotos com pequenos comentários sobre as mesmas. Em Agosto, voltaremos com mais novidades.
- Vista de uma das entradas principais dos estaleiros Harland & Wolff. Por ali circulava todo dia grande parte dos técnicos e dos trabalhadores que davam vida às idéias e projetos, dos quais nasceria o grande navio destinado a passar para a história.

sábado, julho 22, 2006

FOTO: SALA DE PROJETOS DA H&W

Olá meus amigos Titânicos, neste mês de julho o “Titanic Momentos” irá postar somente fotos com pequenos comentários sobre as mesmas. Em Agosto, voltaremos com mais novidades.
- Um dos departamentos técnicos dos estaleiros Harland & Wolff. Sobre estas mesas traçaram-se as plantas do grande transatlântico, cujos detalhes foram atenciosamente projetados e controlados em todas suas minúcias.

sexta-feira, julho 21, 2006

FOTO: DEPÓSITO DE MATERIAL DA H&W

Olá meus amigos Titânicos, neste mês de julho o “Titanic Momentos” irá postar somente fotos com pequenos comentários sobre as mesmas. Em Agosto, voltaremos com mais novidades.
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Os grandes estaleiros de Belfast eram como uma pequena cidade autônoma. Todas as necessidades inerentes à atividade produtiva podiam ser satisfeitas em seu interior, pois havia depósitos bem organizados, como o da foto acima, que armazenavam os materiais necessários para o acabamento dos navios.

quinta-feira, julho 20, 2006

FOTO: PREPARATIVOS PARA O LANÇAMENTO DO CASCO

Olá meus amigos Titânicos, neste mês de julho o “Titanic Momentos” irá postar somente fotos com pequenos comentários sobre as mesmas. Em Agosto, voltaremos com mais novidades.
- A delgada e alta proa do Titanic, ainda presa às redes de armação, erguia-se magnificamente frente à tribuna que acolheria os convidados para o lançamento do casco.

quarta-feira, julho 19, 2006

FOTO: OLYMPIC E SUA VIAGEM INAUGURAL

Olá meus amigos Titânicos, neste mês de julho o “Titanic Momentos” irá postar somente fotos com pequenos comentários sobre as mesmas. Em Agosto, voltaremos com mais novidades.
- O Olympic navegando, fotografado enquanto desfilava perto da costa francesa durante sua viagem inaugural rumo a NovaYork.

terça-feira, julho 18, 2006

FOTO: TRABALHO NA H&W

Olá meus amigos Titânicos, neste mês de julho o “Titanic Momentos” irá postar somente fotos com pequenos comentários sobre as mesmas. Em Agosto, voltaremos com mais novidades.
- Qualquer detalhe dos navios construídos nos estaleiros Harland & Wolff era meticulosamente testado. Na foto, um operário trabalha em uma hélice.

segunda-feira, julho 17, 2006

FOTO: POSTER OLYMPIC

Olá meus amigos Titânicos, neste mês de julho o “Titanic Momentos” irá postar somente fotos com pequenos comentários sobre as mesmas. Em Agosto, voltaremos com mais novidades.
- Um cartaz da White Star Line, dedicado ao Olympic.

domingo, julho 16, 2006

FOTO: ESQUELETO DO OLYMPIC

Olá meus amigos Titânicos, neste mês de julho o “Titanic Momentos” irá postar somente fotos com pequenos comentários sobre as mesmas. Em Agosto, voltaremos com mais novidades.
- Acima, à esquerda, alguns operários do estaleiro Harland &Wolff fixam as lâminas que cobririam os tanques com a reserva de água usada para abastecer as caldeiras e para outras finalidades que não demandavam água potável. Ao fundo, podemos observar o esqueleto da popa do Olympic. Acima, à direita, a popa em uma fase mais adiantada do trabalho, quando o esqueleto já aguardava o revestimento de lâminas de aço.

sábado, julho 15, 2006

FOTO: PROA OLYMPIC E TITANIC

Olá meus amigos Titânicos, neste mês de julho o “Titanic Momentos” irá postar somente fotos com pequenos comentários sobre as mesmas. Em Agosto, voltaremos com mais novidades.
- Foto dos estaleiros Harland & Wolff, quando acabaram de construir o casco Olympic e prosseguindo a todo vapor com o do Titanic. Foi um espetáculo semelhante a este que John Pierpoint Morgan pôde admirar quando visitou o lugar onde estavam sendo armados os navios mais prestigiados da sua frota.

sexta-feira, julho 14, 2006

FOTO: MAIS UM DIA DE SERVIÇO

Olá meus amigos Titânicos, neste mês de julho o “Titanic Momentos” irá postar somente fotos com pequenos comentários sobre as mesmas. Em Agosto, voltaremos com mais novidades.
- Detalhe dos estaleiros Harland &Wolff de Belfast durante a saída dos trabalhadores. Na época de grande crescimento e de maior ocupação, os estaleiros de Belfast chegaram a empregar mais de 7.000 pessoas e figuraram entre os maiores construtores de navios do Reino Unido.

quinta-feira, julho 13, 2006

FOTO: AMERICA E IRELAND

Olá meus amigos Titânicos, neste mês de julho o “Titanic Momentos” irá postar somente fotos com pequenos comentários sobre as mesmas. Em Agosto, voltaremos com mais novidades.
- Como fizera em Cherburg, também na Irlanda, a White Star Line se ocupou de todos os preparativos necessários para receber o Titanic que, por causa de seu tamanho, não podia entrar no porto de Queenstown. Os dois navios de apoio, o America e o Ireland, se encarregaram de transportar passageiros e sacas de correspondência dos cais para o grande navio.

quarta-feira, julho 12, 2006

FOTO: ENCANTO

Olá meus amigos Titânicos, neste mês de julho o “Titanic Momentos” irá postar somente fotos com pequenos comentários sobre as mesmas. Em Agosto, voltaremos com mais novidades.
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Como um imenso muro de aço, as laterais do Titanic se elevavam sobre o linha do mar. A imponente aparência da nau encantava as pessoas que nela embarcavam. Nota: a foto em questão pertence ao Olympic.

terça-feira, julho 11, 2006

FOTO: TREM DE PASSAGEIROS

Olá meus amigos Titânicos, neste mês de julho o “Titanic Momentos” irá postar somente fotos com pequenos comentários sobre as mesmas. Em Agosto, voltaremos com mais novidades.
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Muitos passageiros viajaram de trem de Londres até Southampton. Na foto, passageiros já fora dos vagões reservados à terceira classe, ou a bordo do vagão especial da primeira classe.

segunda-feira, julho 10, 2006

FOTO: PAREDÃO DAS ILHAS WIGHT

Olá meus amigos Titânicos, neste mês de julho o “Titanic Momentos” irá postar somente fotos com pequenos comentários sobre as mesmas. Em Agosto, voltaremos com mais novidades.
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As costas íngremes da ilha de Wight foram o pano de fundo das primeiras horas de navegação oficial do Titanic, de Southampton a Cherbourg.

domingo, julho 09, 2006

FOTO: DANOS NO OLYMPIC

Olá meus amigos Titânicos, neste mês de julho o “Titanic Momentos” irá postar somente fotos com pequenos comentários sobre as mesmas. Em Agosto, voltaremos com mais novidades.
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Os estragos sofridos pelo Olympic por causa da colisão com o navio de guerra Hawke foram grandes, mas não provocaram nada mais grave. A enorme brecha foi fechada provisoriamente com grandes tablados de madeira. Depois dos reparos de emergência realizados em Southampton, o Olympic voltou para Belfast para ser definitivamente consertado.

sábado, julho 08, 2006

FOTO: POSTCARD TITANIC

Olá meus amigos Titânicos, neste mês de julho o “Titanic Momentos” irá postar somente fotos com pequenos comentários sobre as mesmas. Em Agosto, voltaremos com mais novidades.
- Sugestiva ilustração da época, realçando a magnitude e a perfeição técnica do Titanic. Detalhe; o desenho é do Olympic.

sexta-feira, julho 07, 2006

FOTO: PORTO DE CHERBOURG

Olá meus amigos Titânicos, neste mês de julho o “Titanic Momentos” irá postar somente fotos com pequenos comentários sobre as mesmas. Em Agosto, voltaremos com mais novidades.
- Vista do porto de Cherbourg em inícios do século XX. Embora fosse um dos mais importantes do canal da Mancha, não podia receber navios com as dimensões do Titanic.

quinta-feira, julho 06, 2006

FOTO: EXTENSOS CONVESES

Olá meus amigos Titânicos, neste mês de julho o “Titanic Momentos” irá postar somente fotos com pequenos comentários sobre as mesmas. Em Agosto, voltaremos com mais novidades.
- Os extensos conveses do transatlântico não demoraram para lotarem de passageiros impacientes por conhecer todos os segredos do navio e desfrutar até o último detalhe da mais luxuosa, tranqüila e confortável das viagens.

quarta-feira, julho 05, 2006

FOTO: CARTAZ PUBLICITÁRIO

Olá meus amigos Titânicos, neste mês de julho o “Titanic Momentos” irá postar somente fotos com pequenos comentários sobre as mesmas. Em Agosto, voltaremos com mais novidades.
- Um dos cartazes realizados pela White Star Line para a propaganda de seus navios gêmeos, o Olympic e o Titanic, os maiores do mundo, como proclamam em letras garrafais as legendas do cartaz.

terça-feira, julho 04, 2006

FOTO: CAIS WSL EM NOVA IORQUE

Olá meus amigos Titânicos, neste mês de julho o “Titanic Momentos” irá postar somente fotos com pequenos comentários sobre as mesmas. Em Agosto, voltaremos com mais novidades.
- No porto de Nova Iorque, a companhia White Star Line logo teve seu próprio cais. Ali encontravam-se amigos e parentes para se despedirem dos passageiros que partiam e para darem as boas-vindas aos que chegavam.

segunda-feira, julho 03, 2006

FOTO: PORTO SOUTHAMPTON

Olá meus amigos Titânicos, neste mês de julho o “Titanic Momentos” irá postar somente fotos com pequenos comentários sobre as mesmas. Em Agosto, voltaremos com mais novidades.
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Por sua posição estratégica, o porto de Southampton se tornou rapidamente o preferido dos grandes navios de passageiros e das empresas de navegação. Os transatlânticos foram tão numerosos que houve problemas de amarras. Em determinados momentos, era possível ver três destes enormes barcos um junto ao outro em um único embarcadouro.

domingo, julho 02, 2006

FOTO: FRAGMENTO

Olá meus amigos Titânicos, neste mês de julho o “Titanic Momentos” irá postar somente fotos com pequenos comentários sobre as mesmas. Em Agosto, voltaremos com mais novidades.
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Neste fragmento de objeto de prata não identificado, recuperado dos destroços do Titanic, é possível ver claramente o emblema da White Star Line: uma estrela branca de cinco pontas, neste caso localizada no centro da bandeira.

sábado, julho 01, 2006

O SISTEMA PROPULSOR DO TITANIC

A história da navegação é uma história de desafios. Primeiramente lutaram os remos e as vela, depois as velas e a propulsão a motor e, por fim, chegou o desafio entre barcos de pás e barcos de hélice, que obtiveram a vitória sobre todos os mares e águas do planeta.
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Depois da epopéia da vela, a navegação a motor havia se imposto definitivamente e estabelecia há tempos à escolha entre a propulsão com pás e a propulsão com hélice. Esta acabou impondo-se por sua capacidade de imprimir um impulso maior com igual consumo. Por sua forma, o funcionamento da hélice poderia ser comparado em grandes riscos a um parafuso, que gira dentro de uma porca e que puxa uma massa de água para a popa, gerando uma reação de sentido contrário, que é transmitida ao barco ao longo de um eixo. No caso do Titanic foram montadas três hélices, duas delas gêmeas (nas laterais e com sentido rotatório contrário) e uma central, dextrogira, ou seja, destinada a girar no sentido dos ponteiros de um relógio, em relação a um hipotético observador situado na popa do navio. As pás não eram fundidas juntamente com o cubo da hélice, mas sobrepostas com porcas para fixação e parafusadas. As hélices laterais, de 38 toneladas cada uma, tinham sido projetadas com diâmetro de 717 cm e com três pás, enquanto a hélice central, com 22 toneladas, media 500 cm e era provida de quatro pás. Os principais componentes da instalação propulsora do Titanic eram quatro: a caldeira (onde o vapor era gerado), o motor, o condensador e a bomba de alimentação.

quarta-feira, junho 28, 2006

BELFAST E SEUS ESTALEIROS

A atual capital da Irlanda do Norte se situa no centro da baía de mesmo nome (Belfast lough, em galês), na desembocadura do rio Lagan. No mesmo lugar, na Idade Média, ao redor do castelo feudal formou-se uma aldeia de pescadores, cuja indústria de construção naval só adquiriria certa importância a partir de 1650. O porto foi melhorado em 1800, ano em que se desenvolveram, além dos estaleiros propriamente ditos, outras indústrias de acessórios para a produção de velas e de cordas. As características geográficas e naturais do porto e da baía de Belfast se converteram em um dos lugares mais seguros e adequados para a realização de testes dos navios recém-construídos. Com a passagem gradual de barcos de madeira para os de ferro, os estaleiros deixaram de abastecer-se de madeira local para importar de Cumberland e de Clyde as novas matérias-primas indispensáveis na navegação: o ferro e o carvão. Em 1910, Belfast tinha uma população de quase 380.000 habitantes e ostentava a primazia mundial na fabricação de cordas e cabos.

segunda-feira, junho 26, 2006

OS GIGANTES DE BELFAST

Em 31 de março de 1909, apenas três meses depois de ser armada a quilha do Olympic, iniciou-se a construção do Titanic e foi projetada a sua quilha, que recebeu o número 401. Empregaram-se os mesmos projetos do Olympic, aos quais foram acrescentadas apenas algumas modificações. Graças ao árduo trabalho de montadores, carpinteiros, marceneiros e peões, ao final de pouco menos de um ano, exatamente em 20 de novembro, estava finalizada a construção do esqueleto do primeiro navio. Com o início da primavera de 1910, nos primeiros dias de abril começaram a ser transladadas as planilhas dos desenhos para as lâminas de aço, que logo seriam dispostas no lado externo da estrutura do Olympic, para com isso ser fechada e dar a impermeabilidade necessária para garantir a sua flutuação. Cada prancha pesava mais de 3 toneladas e tinha 9 metros de comprimento, 2 metros de largura e 25 milímetros de espessura. Enquanto os operários da Harland &Wolff encerravam em uma crisálida de aço a alma do Olympic, na oficina contígua tomava corpo a estrutura do Títanic. A partir do fundo duplo do casco, ia aumentando o emaranhado das cavernas e das vergas que constituíam o esqueleto daquele gigante. Os espaços internos das duas enormes armações iam progressivamente se enchendo, e seus volumes iam sendo preenchidos à medida que cresciam os dois maiores transatlânticos do mundo. Do alto das encostas da cidade de Belfast, as imponentes silhuetas desses dois navios soberbos chamavam a atenção e aumentavam o encanto da baía, que se abria a seus pés e se estendia para o mar, adornada por inúmeras cidadezinhas, que haviam surgido ao longo da costa a partir de antigas aldeias de pescadores.

sexta-feira, junho 23, 2006

A REDE DE MORGAN

Do número 23 da Wall Street, seu quartel general, John Pierpont Morgan (1837-1913), por meio de seus colaboradores de confiança, conseguiu acumular uma rede de poder impressionante:
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8 cargos administrativos em 34 bancos e trustes;
30 cargos administrativos em 10 companhias de seguro;
105 cargos administrativos em 32 companhias de transporte;

25 cargos administrativos em 12 empresas de utilidade pública;
63 cargos administrativos em 24 sociedades de produção e c
omerciais.

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Ao todo, tinha sob sua responsabilidade 231 cargos administrativos em 112 sociedades. Entre outras coisas, alguns membros do banco J.P. Morgan & Co. administravam 72 cargos diretivos de grandes sociedades industriais e ferroviárias através de diretores independentes, de modo que conseguia controlar com agilidade toda a economia norte-americana.

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Com a sua morte em 1913, com 75 anos de idade, sua fortuna pessoal somente em obras de arte totalizava US$ 60 milhões.

terça-feira, junho 20, 2006

A ÚLTIMA INSPEÇÃO DO TITANIC

Em Southampton, o Titanic enfrentou mais três dias de testes conduzidos por Maurice Harvey Clarke, um superintendente altamente qualificado, assistente do ministério do Comércio no porto daquela cidade e oficial para os assuntos de imigração.
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O teste dos botes salva-vidas foi mais rigoroso do que aqueles realizados em Belfast por Carruthers. Efetivamente, Clarke pediu ao capitão Smith que alguns membros da tripulação subissem a bordo dos botes, verificou as operações de soltura das hastes de aço, o traslado na parte externa do navio e determinou que os dois botes fossem baixados pelas duas laterais da embarcação, até o nível do mar. Em seguida, pediu ao pessoal que remasse pela bacia adjacente ao cais.
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Satisfeito, finalmente permitiu que os dois botes de salvamento fossem içados a bordo. Clarke também inspecionou as anteparas estanques, revisando-as uma por uma com um aparelho especial. A resistência e a firmeza do compartimento B ficaram definitivamente comprovadas quando o encheram totalmente de água.
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Eventuais problemas no fundo duplo também foram detectados com o uso de água. A presença de Clarke no navio acabou provocando um mal-estar geral, já que seus testes foram considerados demasiadamente severos.
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Como duvidar que, na construção do Titanic, os estaleiros irlandeses Harland &Wolff não tivessem respeitado os mais exigentes critérios de segurança? Ainda mais: o Titanic não era imune a naufrágios? Por que, então, tanta meticulosidade por parte do governo? Não seria lógico contar com o máximo de colaboração por parte das autoridades? Afinal, aquele navio seria o orgulho da marinharia britânica na mais cobiçada e concorrida rota do mundo! Esses eram alguns dos pensamentos dos oficiais que acompanhavam Clarke em suas inspeções a bordo.
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FOTO: Algumas vezes, os membros da tripulação simulavam situações de emergência. Este tipo de atividade servia para preparar os marinheiros para que, em uma situação de real perigo, pudessem contribuir com a experiência adquirida.

sábado, junho 17, 2006

O TITANIC: SEGURANÇA E LUXO

Durante a finalização dos testes de Belfast, dois oficiais de bordo, Charles H. Lightoller e James Moody, realizaram uma meticulosa inspeção para detectar possíveis saídas de emergência no caso de necessidade do navio ser evacuado.
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Puderam comprovar que as dependências da terceira classe eram separadas do convés por dois botes e que o labirinto de corredores, bastante tortuoso, constituía um sério obstáculo no caso de uma emergência. Esses detalhes, entretanto, continuavam parecendo banais, inúteis formalidades ditadas pelo cumprimento ordinário de normas, e não por exigências ou necessidades práticas. Todos acreditavam na impossibilidade do Titanic naufragar, desejo que orientava todos aqueles que participaram da construção do transatlântico.
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Na primeira fase do projeto, realizada sob a responsabilidade de Alexander Carlisle, o Titanic deveria contar com 64 botes de salvamento, que garantiriam lugar suficiente para todos, mesmo no caso do navio atingir o número limite entre passageiros e tripulação. Ao assumir a direção do projeto, sob a influência de William Pirrie, Thomas Andrews reduziu o número de botes salva-vidas. O critério que norteava o projeto de construção do transatlântico era o luxo.
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De acordo com William Pirrie, o fator estético era muito mais importante que uma simples coincidência de números entre pessoas a bordo e lugares disponíveis nos botes de salvamento. Ao optar por ampliar o espaço no convés e utilizá-lo em passeios ao ar livre, ou lotar aquele lugar atrativo com simples embarcações que nunca seriam necessárias. Afinal, a White Star Line encarregara os estaleiros da construção do navio e caberia a ela a última decisão sobre as soluções a serem adotadas a bordo do Titanic. Podia afundar? Não podia afundar? Por que, então, deixar-se aborrecer por excessivas medidas de segurança? A presença de 16 compartimentos estanques não era suficiente para garantir a flutuação da embarcação em qualquer circunstância? Todas essas perguntas retóricas foram sistematicamente usadas pelo diretor-geral da White Star Line para combater os tímidos protestos do representante dos estaleiros encarregados da construção da embarcação. O projeto inicial de Alexander Carlisle fora modificado por essa dura e constante pressão; o número de botes salva-vidas passara de 40 para 32 e, finalmente, para 20. No total havia 14 botes de madeira de 9 m de comprimento, cada uma com capacidade máxima para 65 pessoas; 2 botes de aproximadamente 9 m, com 40 lugares; e 47 lugares em cada um dos 4 botes desmontáveis, do tipo Engelhardt.
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O convés que lhes havia sido reservado, denominado “boat deck”, era o mais elevado, situado sobre o convés A. Nele, cada um dos 14 botes de madeira havia sido marcado com um número: os ímpares foram armazenados no estibordo e os pares no bombordo.
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Dispostos simetricamente nos dois lados do navio, os botes foram presos em hastes de aço com roldanas de grua modelo Welin Quadrant, bastante seguras, de fácil manipulação e de eficiência comprovada, pois o tempo necessário, em condições normais, para baixar um bote até a água era de 3 minutos. Cada par de gruas se destinava exclusivamente a baixar até três botes ao mar. O quadrante dessas gruas era duplo, com uma parte denteada, capaz de girar sobre um ângulo de 90 graus, possibilitando o acionamento de dois botes, um da parte externa, e outro, da parte interna. A segunda fileira de botes, que deveria ser colocada mais próxima à linha central da embarcação, paralela àquela montada sobre as gruas, fora eliminada.
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Em uma inspeção feita em Belfast por Francis Carruthers em 2 de abril, alguns botes de salvamento foram simplesmente suspensos e novamente armazenados; sequer foram baixados à água para que se comprovasse sua funcionalidade e eficiência.
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Aquele que contemplasse da proa o elegante perfil longitudinal do Titanic, veria as primeiras 4 embarcações de salvamento alinhadas entre a primeira e a segunda chaminés e, em seguida, em um espaço livre por onde transitavam os passageiros da primeira classe, outros 4 botes à altura da quarta chaminé. Os 4 botes infláveis de tipo Engelhardt possuíam um fundo de madeira coberto de lona e eram guardados nas pontes superiores: 2 nos conveses A e B, perto dos aposentos dos oficiais, e 2 nos conveses C e D, na entrada da calçada dos oficiais.

quarta-feira, junho 14, 2006

APÓS OS TESTES NO MAR

Desde o projeto, e, sobretudo durante os acertos dos últimos detalhes, o Titanic foi agraciado com luxo e elegância. A estética foi levada em conta até mesmo na disposição dos botes salva-vidas.
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Nas primeiras horas da manhã de uma quinta-feira de 1912, o Titanic ancorou no cais de Southampton. Depois de superadas as formalidades dos testes feitos no mar de Belfast, a embarcação estava habilitada para transportar passageiros durante o período de um ano. O transatlântico fora, então, entregue à companhia de navegação.
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Por volta das 19:00 horas da terça-feira do dia 2 de abril, um representante do ministério desembarcava na cidade de Belfast, acompanhado pelos trabalhadores dos estaleiros Harland &Wolff. Para garantir a assistência técnica durante o deslocamento até Southampton, e durante a primeira travessia atlântica do Titanic, o diretor-geral Thomas Andrews e outras pessoas importantes não puderam acompanhar a comitiva.
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Faziam parte da equipe William Campbell, aprendiz de carpinteiro-naval; Robert Chisholm, desenhista; Alfred Cunningham, aprendiz de montador; A.W Frost, chefe de máquinas; Robert Knight, segundo chefe de máquinas; Frank Parkes, aprendiz de hidráulico; William Parr, subchefe da instalação elétrica; e, finalmente, Ennis Watson, aprendiz de eletricista.
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Quando o navio partiu de Belfast, seu responsável era William McMaster Murdoch que, obedecendo às ordens do capitão Smith, ordenara que a embarcação avançasse a 23,3 nós para, dessa forma, percorrer rapidamente as 538 milhas que os separavam de Southampton, onde mais controles ministeriais - em cumprimento das normas do Merchant Shipping Act de 1894 - aguardavam o Titanic.

sábado, junho 10, 2006

INCÊNDIO A BORDO

A viagem inaugural do transatlântico Titanic que devia chamar a atenção do mundo coincidiu com uma situação de grave conflito social na Grã-Bretanha. Desde inícios de março, mais de um milhão de trabalhadores tinha sido despedido das minas de carvão britânicas, trazendo como conseqüência a perda de postos de trabalho em outros setores que dependiam do combustível. As associações sindicais haviam convocado uma grande greve e já haviam ocorrido incidentes entre as forças policiais e os mineiros de Lancashire. Conhecendo a situação, antes da viagem de volta de Nova York, o Olympic se abastecera de combustível ali, em 23 de março, carregando o máximo de carvão que pôde.
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Um salão foi improvisado como depósito, onde se amontoaram sacos e sacos de carvão fóssil de reserva. O capitão realizou a travessia em velocidade moderada, para economizar consumo e levar para casa todo o carvão necessário para que o navio gêmeo não adiasse a tão divulgada viagem inaugural.
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Em 3 de abril pela manhã, o Olympic realizou outra viagem para a América, enquanto na tarde anterior, por volta das 8 horas, o Titanic havia zarpado de Belfast após ter realizado antecipadamente os testes de máquinas no mar. Depois de atravessar o mar da Irlanda com a ajuda de cinco rebocadores, o grandioso transatlântico lançou as amarras no embarcadouro número 44, que tinha cerca de 500 m de comprimento.
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Os mineiros continuavam em greve e alguns navios se viram obrigados a cancelar viagens por falta de combustível. Apesar de ter capacidade total de 7.812 toneladas de carvão com suas onze carvoeiras, o navio havia carregado apenas 1.910 que, com um consumo diário de 650 toneladas, eram suficientes para apenas três dias de navegação. A intenção era carregar em Southampton mais 5.000 toneladas de combustível.
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Enquanto a greve de março de 1912 projetava uma sombra obscura sobre a primeira travessia do Titanic, este chegava à noite em Southampton com um incêndio a bordo. Fora detectado no depósito número 10, talvez por combustão espontânea, devido ao fato de o mineral que estava na base do depósito estar seco demais. As onze carvoeiras (cinco duplas e uma simples) se situavam no centro do Titanic, entre a terceira e a primeira chaminé, e abasteciam de combustível as seis salas das caldeiras. Elas estavam lado a lado separadas por um compartimento estanque que chegava ao convés "F", exceto a última, a 11, que era a simples. Atrás do compartimento do depósito número 11, abriam-se os dois depósitos que ficavam sobrepostos. Acima, estava o da entrega de correios e, abaixo, o dos envios, enquanto em cima da mesma carvoeira se encontravam as dependências da terceira classe. O depósito número 10, considerando que a carga tivesse sido distribuída de maneira uniforme entre todas as carvoeiras, tinha provavelmente 172 toneladas de carvão e, quanto ao incêndio, fora declarado no lado do estibordo.
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FOTO: Na parte destacada, a posição do depósito número 10, onde foi detectado incêndio, situada exatamente embaixo da primeira chaminé do Titanic.

quarta-feira, junho 07, 2006

CARVÃO – COMBUSTÍVEL VITAL

Na corrida entre os novos senhores do oceano, o consumo de combustível era um fator importante. Na realidade, a conquista da “Faixa Azul” não era apenas fruto da engenhosidade dos projetistas e dos diretores, que trabalhavam em seus confortáveis escritórios, mas se devia também ao suor e ao sangue dos foguistas, que alimentavam sem parar os fornos em chamas das caldeiras, carregando com suas pás toneladas de carvão.
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Assim, para conseguir a velocidade recorde e explorar ao máximo toda a potência de 28.000 cavalos de seu motor, os foguistas do Kaiser Wilhelm der Grosse (post do dia 07/05/2006) precisavam alimentar seus fornos a ritmo de cerca de 520 toneladas de carvão por dia. Um esforço de tal magnitude fazia com que nem todas as companhias de navegação pudessem participar dessa corrida pela conquista da “Faixa Azul”, e a mesma White Star Line preferia mais destacar-se no luxo, no conforto e no refinamento do serviço e da decoração que a buscar o recorde.
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Esse ponto de vista acaba sendo evidente quando se faz a comparação com os navios da concorrência. Com velocidade de cruzeiro de pouco mais de 21 nós, o Titanic tinha um consumo diário de carvão de 650 toneladas, contra as 850 toneladas necessárias para o Mauretania que, entretanto, ultrapassava a velocidade de 24 nós. Isso significa que a White Star prestava serviço na linha Southampton - Nova York poupando 24% de energia em relação à sua concorrente direta, a Cunard Line. O Titanic era vantajoso. Em uma análise superficial, as 520 toneladas de carvão consumidas diariamente pelo Kaiser Wilhelm der Grosse podiam parecer inferiores às de que precisava o novo gigante da White Star Line, e assim era em termos absolutos.
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No entanto, quando se considera o enorme volume dos dois navios, era evidente que as mesmas toneladas de carvão conseguiam dar propulsão no oceano às 46,32 toneladas de arqueio bruto do Titanic, contra as 14,34 de seu concorrente alemão.
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CARGA COMPARADA DOS NAVIOS
Kaiser Wilhelm der Grosse
Arqueio bruto em Toneladas: 14.349
Consumo diário de carvão em Toneladas: 520
Relação entre consumo diário de carvão e arqueio: 0,036
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Mauretania
Arqueio bruto em Toneladas: 31.938
Consumo diário de carvão em Toneladas: 850
Relação entre consumo diário de carvão e arqueio: 0,026
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Titanic
Arqueio bruto em Toneladas: 46.328
Consumo diário de carvão em Toneladas: 650
Relação entre consumo diário de carvão e arqueio: 0,014
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Em outras palavras, diante de um consumo de carvão 25% superior ao do Titanic, era necessário levar em conta que o Kaiser Wilhelm der Grosse era três vezes menor que a nova criação dos estaleiros Harland & Wolff.

domingo, junho 04, 2006

UM NAVIO NO CAMINHO DO TITANIC

Pela fotografia acima é permitido observar, de um bom ângulo, o quão próximos estiveram os cascos do Titanic e do New York. Sem a intervenção do capitão do pequeno rebocador Vulcan, que lançou um cabo para frear o deslocamento do New York, é provável que a história do Titanic tivesse sido diferente. Os dois barcos deslizaram perigosamente um em direção ao outro, sem se tocarem.
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Os esquemas acima reproduzidos reconstroem as fases mais marcantes do incidente, segundo as explicações de testemunhas presentes. O Titanic avança junto ao cais. Observe a posição dos barcos protagonistas e a estreiteza do canal. A passagem do grande transatlântico pelo apertado canal faz com que o New York se solte das amarras e comece a aproximar-se do Titanic. A providencial intervenção do Vulcan impede que o New York se choque com o Titanic. Dando marcha-ré, o Titanic abre espaço para que o New York realize a virada, evitando assim a colisão. Uma vez que os rebocadores tenham arrastado o New York para uma nova amarra, o Titanic pode partir.

sexta-feira, junho 02, 2006

TERROR NO TITANIC

Terror no Titanic revela a chocante verdade por trás de um dos piores acidentes do milênio.
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Os principais momentos incluem:
* Cenas filmadas jamais mostradas!
* Fotos nunca mostradas!
* Entrevistas inéditas!
* Relatos e reconstituição!
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Esta rara coleção de cenas filmadas, computação gráfica e fotografias de arquivo, traz uma nova luz à inacreditável cadeia de circunstâncias que levarem o maior navio de todos os tempos a afundar. Faça uma viagem inesquecível dentro de navio, bem como visita o Titanic em seu local de descanso eterno, no fundo do Oceano Atlântico. Esta profunda investigação não deixa duvidas sobre os fatos que causaram Terror no Titanic!
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Distribuído por: Cosmos Vídeo
Duração: 45 minutos
Ano de Produção: 1997